A televisão é a mídia eletrônica que mais tem demonstrado novidades. De um tempo para cá, fomos apresentados às milhares de inovações da Alta Definição. Mas antes mesmo do sistema se consolidar, aparelhos LCD perdem espaço para o LED, enquanto o mundo deixa um pouco o HD de lado em eventos internacionais, para falar sobre a TV tridimencional.
No meio desse frenesi tecnológico, a empresa americana Prysm desenvolve novos modelos de televisões que utilizam raios laser para transmitir suas imagens em uma tela de fósforo. A tecnologia se chama LPD, que significa "Laser Phosphor Display".
Isso faz com que seu funcionamento seja bastante semelhante ao das antigas CRTs, a velha Tv de tubo. Entretanto, é exatamente a utilização do laser em vez dos raios catódicos que faz com que a qualidade da imagem seja de até 23 vezes melhor de uma para a outra.
A empresa tem como norte "Fazer mais com menos". Os LPD são ecologicamente corretos e pouco afetam o meio ambiente.
Além de não utilizar mercúrio em sua composição e fazer uso de componentes recicláveis, as TVs a laser consomem cerca de 75% menos energia do que as demais tecnologias.
Mas as TVs à laser também traz alguns empecilhos: um deles é o tamanho. A TD1, primeiro modelo desenvolvido pela Prysm, tem pouco mais de 36 cm de espessura. Tendo em vista que as LEDs apresentam apenas 5 mm, pode parecer um retrocesso adquirir um equipamento 70 vezes maior.
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